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Porque somos o que somos…

Escrito por Helga Rackel em Abril 24, 2008

Cotidiano

Nada mais, nada menos do que seres humanos. Humanos em sua obscuridade e imperfeição de ser. Homo sapiens suplantados ao querer e ao poder. Visão pessimista e utópica da legitimidade que pode existir no nada. Cético em seu refúgio e saber, intérprete do ontem e vidente do porvir (perdoe-me pela redundância!). Esse é o típico da ideologia antropocêntrica. O homem como o centro de todas as questões e respostas. Há solução para o egocentrismo humanitário? Será o homem um produto do acaso, resultado de um barulho explosivo ecoado do nada universal, o chamado Big Ban? Bum! O nada pari o tudo e isso é indiscutível? Hahahahahaha!!!!!! Quem veio primeiro: o ovo ou a galinha? Esta pergunta, deixo para você responder. Mas a anterior, deixa que eu lhe respondo.

Para algo ter coerência e coesão, é necessário planejar e traçar de forma que sua estrutura seja previamente detalhada.  Ou, o tiro sai pela culatra! Não dá para acertar se não temos um alvo para isso. É como jogar o nada no nada. Resultado: caminhar sem direção. Dá pra chegar a algum lugar assim? Claro que não! Seria, então, o homem um produto acidental? Como seria, se ele tem o livre-arbítrio de escolha em fazer o certo ou o errado? Ambos não surgem por acaso, mas por uma escolha. Então, o ser humano não surge do nada, mas de uma supremacia existencial: o Criador. Se existe a criatura, concluímos que há um criador.

O homem não provém de um acidente ou incidente divino, mas de uma providência exata e perfeita do Ser, o qual se chama Deus. O Todo-poderoso não joga roleta russa, pois trabalha minuciosamente e precisamente na criação, assim como um oleiro em seu vaso. Tudo estudado, soado, planejado nos mínimos detalhes. Daí você pergunta: “Por que então existem tantos problemas gerados pela imperfeição humana?” Ora, se Deus em sua perfeição criasse seres perfeitos, a criatura precisaria de seu Criador? Com certeza, não. Deus não é um ditador divino. É Pai. Criou o homem para ser seu filho por adoção. Por isso o fez imperfeito. O filho precisa do pai. Conseqüentemente, o homem não esqueceria de Deus, mas necessitaria dele como pai, conselheiro e amigo. É assim que Ele desejou e ainda anseia: que o homem dependa dele como pessoa, como alguém muito importante; não como uma marionete ou um fantoche coordenado por sua vontade.

Mar e céu Podemos afirmar que o homem sem Deus é justamente aquele cuja descrição se encontra no início deste texto. Agora, o ser humano que reconhece sua paternidade celestial, vive o primeiro amor - soberano, inigualável e verdadeiro – e se descreve de outra forma. Ou seja, ele é manso, bondoso, paciente, amoroso, humilde. Seu pensamento não é egoísta, pois se preocupa com o próximo. Não tem interesses próprios e convenientes para si, mas desenvolve um coração puro, cujo amor não faz acepção de pessoas.

Ser guiado por Deus é uma escolha feita justamente por se ter o livre-arbítrio. Estar sob a bondosa e justa vontade do Pai é viver desprendido do consumismo ofertado pela globalização, a qual favorecida pelo capitalismo exacerbado, transforma o homem num produto fútil e barato. Essa é a realidade do mundo, acompanhada pela modernidade e pelos avanços tecnológicos e científicos dos quais o ser humano acredita descobrir sua potência, independente da sabedoria divina, baseado em sua autoconfiança … Dominâncias cujos preceitos fogem dos propósitos dedicados por Deus à nossa vida.

O Senhor nos prometeu bênçãos, mas não disse que receberíamos sem lutas. Ele confirmou as dores, porém não disse que sofreríamos sozinhos. A diferença de passarmos por dúvidas, aflições, tristezas, doenças, soluções, vitórias, alegrias e saúde - quando estamos com o Senhor - é simplesmente a certeza e a vivência de que Ele está ao nosso lado e muitas vezes carrega os nossos fardos tão pesados e sacrificantes. Tudo isso porque Ele mesmo venceu!

Como pode um diamante tornar-se formoso e escultural se não for lapidado? Como pode um vaso tornar-se mais belo e raro se quando rachado ou quebrado não for refeito sem remendos? Como uma borboleta tão linda e especial pode chegar a este estágio sem antes ter sido uma lagarta feia e gosmenta? Como pode o céu enfeitar-se com o magnífico e estreante colorido de um arco-íris sem antes o surpreendente quadro nublado e frio de uma tempestade ter-nos visitado? Essas e outras situações verídicas e freqüentes em nosso viver terreno nos prova como é preciso estarmos feios para entendermos a beleza, ficarmos tristes para compreender a alegria, perdermos algo para valorizarmos o que ganhamos. Não há vitórias sem lutas. Não há manhã sem antes ter anoitecido.Grand Teton National Park

Não há criatura sem antes o Criador.

Não há propósitos sem antes uma vida.

Não há vida sem antes vivê-la.

Não há dia sem o sol.

Não há noite sem a lua.

Não há obra sem um Autor.

Porque viver sem Aquele que criou a vida fará de nós pessoas capazes, felizes, amantes e vencedoras se não há quem melhor entenda a música do que seu compositor?

Viver é como dançar, cantar e sentir uma música. Por que não deixar o Compositor nos ensinar os compassos dessa partitura?

Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto. Jeremias 17: 7, 8 – Bíblia.

A vida é um combate, que os fracos abate, que os fortes e os bravos só quer exaltar. Leonardo Boff - A águia e a galinha.

*Imagens: site Getty Images - Nicholas Eveleigh, Raymond Patrick, Ron & Patty Thomas.

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Não duvides do que Deus tem dado a ti!

Escrito por Helga Rackel em Março 25, 2008

Crianças
“Mas, quando vos entregarem, não cuideis de como, ou o que haveis de falar; porque naquela hora vos será dado o que haveis de dizer. Porque não sois vós que falais, mas o Espírito de vosso Pai é que fala em vós.” Mt 10:19,20.

Deus tem levantado o seu povo e a eles entregado dons e talentos. Porém, muitos são aqueles que não acreditam no que Deus os tem capacitado. São muitas as vezes em que o Senhor fala conosco e ainda sim, duvidamos. Por quê? O homem é falho. E em sua imperfeição tem se estabelecido. Pouca fé. Porque duvidar, se Deus é conosco? Devemos ter mais fé e acreditarmos mais em nós mesmos. Ora, se o Senhor acredita em nós, porque fazermos diferente?! Não devemos temer em falar o que a nós foi entregue pelo Espírito Santo de Deus. Quando negamos assim fazê-lo, negamos também o Espírito.

É nosso direito e dever buscarmos mais a Deus, a plenitude do seu Ser, da Sua glória e do Seu poder. Deus é amor (1 Jo 4:8b). E é esse perfeito e incomparável amor que Ele deseja compartilhar conosco. Por que negá-lo? Por que negarmos o melhor que Deus tem para nos dar? Pense. Reflita. Medite. Deus tem mais para ti, basta crer e nEle descansar. Quando Deus quer, Ele usa a quem quer, como Ele quer, na hora que Ele quer, onde Ele quer e para quem Ele quer, dando autoridade e unção do Espírito. Assim como o Pai não faz acepção de pessoas (1 Sm 16:7), isso significa também, que não importa se é novo ou velho, criança, jovem ou adulto; o importante é ter maturidade espiritual, é viver em Cristo e com Cristo. É inevitável! Não devemos nos negar à voz do Espírito Santo. Desprenda-se!

Acredite, Deus quer te usar. É só deixá-lo fluir em teu ser, em tua vida. Ao duvidarmos e não falarmos o que o Espírito do Pai nos entrega, deixamos de ser abençoados e, principalmente, de abençoarmos outrem. Façamos o que o Pai quer e como Ele quer. Não temos nada a perder, apenas a ganhar mais e mais e mais. Deixemos o Espírito Santo de Deus fluir e agir em nossas vidas.

Que a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja sobre tua vida! Amém.

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Não sejamos nós, mas Cristo em nós

Escrito por Helga Rackel em Março 18, 2008

Deus Criador

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.” Mc 14:38


Oração. A oração é alicerce na vida do crente. O crente que não ora, não tem sede da Palavra, não tem sede de Deus. Vigilância. Vigiar é uma base fundamental para o crente que ora. Orar sem vigiar, vigiar sem orar não funciona. Duas ações interligadas e ao mesmo tempo singulares. Porém, muitos são os que não conhecem essa “receita” infalível contra as tentações. E dos que conhecem, poucos praticam.

Mediante às adversidades da vida, à concupiciência da carne, às tentações do mundo, a ansiedade tem tomado conta da alma humana. E não é à toa que a ansiedade é inimiga da perfeição. É nesse momento que o crente ora e quer agir depois ou age e quer orar depois. Nada. Nada se consegue dessa forma. Sensato e coerente seria orar e agir, mas o agir no agir de Deus. Não entendeu? Deus sonda nossos corações a todo instante, principalmente quando estamos prostrados em oração diante dEle. Nesse momento, o Senhor percebe em meio aos nossos confusos pensamentos o desejo de serví-lO e adorá-lO em espírito e em verdade. Dessa forma, o Pai nos fortifica em nossa fraqueza, ou melhor, fraquezas - pela Sua infinita misericórdia. Assim, conseguimos que nosso espírito sobrevenha à carne, ou seja, que o Espírito Santo controle nossos desejos e anseios.

Procuremos descansar no Senhor. Despertar da acomodação, sair desse sono profundo que nos emplaca e nos deixa inertes. Ter altivez e percepção do Espírito, para que assim a nossa vontade se submeta a de Deus e os nossos sentimentos encontre comunhão com o Senhor. Não confiemos em nós mesmos, em nossa própria força, em nossa “intuição” - a qual posso dizer que é sinônimo de teimosia, “fazer do meu jeito” - porque somos fracos, a carne é fraca. Mas quando depositamos inteiramente a nossa confiança em Jesus, o que era intuição dá lugar à direção, o que era “do meu jeito” da lugar ao “jeito dEle”.

Vigiar, esperar, guardando nossos anseios no Senhor, estando atentos às ciladas. Orar, confiar e viver no caminho do Senhor. Acalme-se. Cuide-se. Espere. Confie. Acorde!

Que a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja sobre nossas vidas! Amém.

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Carta Especial

Escrito por Helga Rackel em Março 17, 2008

Fortaleza, 05 de outubro de 2005.

        Meu Melhor Amigo, Jesus…

        Paz!

    Sei que não faz muito tempo a última vez que nos falamos, porém, já sinto saudades de nossas conversas. É maravilhoso desfrutar tua companhia, querido Amigo. Não sei o que seria da minha vida se não fosses tu. Sempre estás presente, mesmo quando não o vejo. Indiscutíveis são as tuas palavras de amor, perdão e disciplina. Teus conselhos são inigualáveis, pois sei quão profunda eternidade de perfeição neles há. Agradeço por ser meu Amigo! Obrigada por me amar incondicionavelmente, mesmo ainda diante da minha humana imperfeição. És precioso para mim, Jesus!

       Em meio às lutas da vida, tenho gritado por ti, e tens me socorrido. Mesmo em teu árduo silêncio, ainda sim não tens me confundido. Teu Espírito tem me guiado dia e noite, noite e dia sem tardar e nem cansar. Quantas vezes perdoaste-me? Incontáveis vezes! Tua graça tem sido o bastante para mim porque assim tens provado-me. Ahhh… Jesus! Por que sou muitas vezes ingrata? Por que questiono o teu querer? Por que tantos por quês?

    Meus questionamentos não ofendem a tua soberania, pois não discutem o teu “não”. Simplesmente, minhas indagações são conseqüências do amadurecimento em nosso relacionamento. Tu és fiel, Jesus! As tuas promessas são infalíveis e insondáveis! Teus propósitos são caminhos para meus pés, horizontes para minhas paisagens: necessários e presentes. Teus planos são como o sol é para o dia, a lua e as estrelas para a noite: certos e reais! Há confusão? Há dúvidas? Há um Grande Amigo para me ajudar resolvê-las: tu, meu Jesus!

    A quem temerei se tu estás comigo, meu Melhor Amigo? Não tens interesses egoístas, nem orgulho imbatível; mas um amor incorruptível e uma humildade inabalável. Tens me aperfeiçoado, justificado e santificado incessantemente. Sou grata a ti, Jesus! Sou grata pelo privilégio que me dás de ser tua amiga.

    Agora, anseio íntima e profundamente por tua presença. Desejo ouvir tua voz, sentir o teu perfume. Preciso sonhar os teus sonhos, viver os teus planos, ceder aos teus encantos. Atento meu espírito ao teu Santo Espírito. Meu coração desfalace quando diriges teu olhar ao meu. Tremo quando sinto teu toque em minhas mãos. Adormeço ao teu abraço. E do meu enfado, não lembro mais… Amo-te!

    Vem! Amado da minh’alma…

Tua amiga aprendiz,

Helga Rackel

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Identidade

Escrito por Helga Rackel em Janeiro 31, 2008

Mas ao ímpio diz Deus: Que direito tens de recitar as minhas leis, ou de tomar a minha aliança na tua boca? (Sl 50:16). Examine-se o homem a si mesmo antes de comer deste pão e beber deste cálice. (1 Co 11:28).


Sepulcro caiado. Eis o sinônimo certo para muitos de nós nos dias de hoje. Sabemos que a igreja do Senhor é avaliada pelo Altíssimo a cada instante, mas, ao que parece, não entendemos. Ora, procuramos em diversas vezes observar e praticar santidade; porém, não para nós mesmos, e sim, para os outros. Vejamos… Entenda, estou querendo dizer o seguinte: do que importa esquecer o que sou e fingir o que devo ser? Muitíssimo! É preocupante vivermos só de aparências. Analisemos a “igreja” não como “um todo”, mas como um indivíduo: “eu”. Vós sois o corpo de Cristo, e individualmente, membros desse corpo (1 Co 12:27). Sim, se assim eu sou, por quê assim eu não vivo? Perdemos essa vivência do “eu”, da nossa individualidade perante Deus, quando percebemos mais o outro, o irmão do lado, e/ ou o coletivo, a igreja ao todo. Sentimo-nos “menos falhos” diante de Deus e por isso pregamos, louvamos, aconselhamos aquilo que não vivemos. Há uma persuasão tão bem aplicada de tal forma que convencemo-nos da nossa “capacidade”. É pura humanidade! Nada de unção.

Do que adianta conhecermos a Palavra e não vivermos esta Verdade? O ditado popular passa a ser o provérbio da nossa vida: “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. E a situação ainda torna-se pior porque ocultamos o que fazemos. Conseqüência: tornamo-nos um ímpio, pois de nada diferenciamos daqueles que estão lá fora, no mundo do pecado. É verdade que todos nós sabemos sobre a posição do Juiz em relação a essas atitudes perversas e infiéis. Ele não define grau de pecados - pecadinho/ pecado/ pecadão, pois pecado é um só; assim como Ele também não faz acepção de pessoas em relação ao seu amor. Deus ama a todos nós. TODOS! Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3:16). “Senhor, perdoe-me por minhas falhas…”, assim nós oramos. Digamos logo: “Senhor, perdoe-me por meus PECADOS”. O crente tem mania de querer “aliviar a barra”, medo de pronunciar “pecado”, porque achamos que nossos erros são besteirinha comparados aos do mundo. Certo. Tudo bem. Sei que mesmo sendo convertidos em espírito e em verdade ao Senhor Jesus, ainda erramos e que esses erros não podem e nem devem ser como os daqueles que ainda não conheceram a Cristo. Todavia, não significa que não pecamos. Peçamos a renovação todas as manhãs pela misericórdia do Pai. Precisamos disso. Necessitamos de avivamento. Carecemos de humildade. Dependemos do amor de Deus. Tomemos essas verdades como nossas. Passemos a proferir aquilo o qual cremos na nossa vida. Analisemo-nos. Oremos. Reconheçamos nossa miserabilidade. Sejamos uma nova criatura em Cristo Jesus. Busquemos a Deus a todo instante. Ele sim já nos julgou e ainda julga em todo o tempo.

Deixemos o “Jacó” de nossas vidas e sejamos mais do que um “Paulo”, sejamos imagem e semelhança de Cristo. Sejamos Jesus Cristo. Vivamos com Jesus Cristo. Andemos com Jesus Cristo. Que TUDO em nossa vida seja por Ele e pra Ele. Sem Jesus, nada somos. Tenhamos a mente de Cristo (1 Co 2:16). Portanto, busquemos ter em nossa vida a essência do amor de Deus, porque assim seremos retos em seu caminho. Agora permanecem estes três: a fé, a esperança e o amor, mas o maior destes é o amor (1 Co 13:13). Pratique primeiro você, para depois ensinar o outro a praticar. Há uma nova chance. Não perca! A paz do Senhor esteja contigo! Amém.

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A arte de servir a Deus

Escrito por Helga Rackel em Janeiro 29, 2008

 

“Mestre, aonde quer que fores, eu te seguirei.” (Mt 8:19b).

Quão maravilhoso é servir a Deus! Pois o Senhor cuida dos seus, mesmo quando esquecemos. Ora, aquele que decide sinceramente serví-lO em espírito e em verdade, não teme o porvir; mesmo quando o amanhã pareça incerto, porém sabemos que Ele não desiste de nós. Mas o que significa seguir ao Mestre, independente de onde possamos andar? Significa CONFIAR. Quem confia, não teme. Quem ama, confia. Quem tem fé, não teme, mas ama e confia. Percebeu a pronfundide da decisão de entregar tudo nas mãos de Deus e seguí-lO? Quando assim decidimos, não ficamos alheios ao que pode nos acontecer; porque sabemos que quem nos guia é o Mestre dos mestres, o Senhor dos senhores, o Rei dos reis. A Estrela de Davi é quem brilha no nosso caminho. O Leão de Judá é quem nos livra em nosso caminho. O Príncipe da paz é quem nos acompanha em nosso caminho. O Pai é quem nos espera de braços abertos no fim do nosso caminho. “Poranto, não andeis ansiosos pelo dia de amanhã, pois o amanhã se preocupará consigo mesmo.” (Mt 6:34). “Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” (Mt 6:33). Busquemos a Deus, sigamos a Ele e vivamos segundo à Sua benigna e soberana vontade!
Deus nos abençoe! Amém.

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